Agricultura e Redes de Sensores

Com os avanços cada vez mais evidentes nos estudos voltados em redes cuja finalidade é monitorar fenômenos (isto é, Redes de Sensores Sem Fio – RSSF), aplicações que visam otimizar sistemas em geral têm sido desenvolvidas e implantadas nas mais diversas áreas. Na agricultura isso não é diferente. A captação de fenômenos naturais e meteorológicos como luz, temperatura e umidade tem sido considerada para a criação de modelos de otimização a fim de prover maior produtividade e melhora na qualidade do que está sendo produzido.

Fazer uso de sensores, robôs e computação em nuvem tem se tornado cada vez mais frequente em ambientes agrícolas. Segundo matéria postada no Blog DocuSign, já existem casos de colheitas 100% automatizadas e casos de utilização de robôs que foram desenvolvidos com o propósito de remover as chamadas “ervas daninhas” das plantações.

No que se refere ao monitoramento das plantações e dos grandes criadouros, redes de sensores têm permitido o controle, a distância, de fatores como temperatura, umidade do solo e o nível de alimentação disponível para os animais, por exemplo. A utilização cada vez mais frequente dessas redes, nesse sentido, tem permitido a obtenção de recursos tanto para o controle e monitoramento, como para a transmissão e o processamento dos dados através da aplicação de Big Data.

Automatizar processos dentro do ambiente agrário permite um maior controle das produções. A 4ª Revolução Industrial nesse ambiente chega para prover um melhor gerenciamento dos recursos e das produções, tanto na agricultura quanto na pecuária. O controle de dados coletados por dispositivos como sensores, por exemplo, poderá gerar dados históricos para embasar o desenvolvimento de pesquisa para melhoria da produtividade. Desse modo, verifica-se cada vez mais uma crescente tendência por parte dos agricultores e empresário do setor para a adesão de mecanismos inovadores que proporcionem cada vez mais lucro e qualidade às suas produções.

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