Profissionais do ISI-TICs participam de reunião com pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco

Em busca de parceiros que possam contribuir com o desenvolvimento de projetos de inovação voltados para a indústria brasileira, pesquisadores do Instituto SENAI de Inovação para Tecnologias da Informação e Comunicação (ISI-TICs) se reuniram, na última quarta-feira (31), com professores e estudantes da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Durante o encontro, realizado no Centro de Informática (CIn), os representantes da academia apresentaram estudos que estão sendo desenvolvidos com o uso de blockchain, tecnologia capaz de conferir mais segurança a diversos tipos de operações e que poderá ser utilizada nos projetos desenvolvidos pelo instituto.

A reunião foi realizada a partir de uma demanda percebida pelos pesquisadores do ISI-TICs, que vem recebendo solicitações de novos projetos de inovação que podem fazer uso do blockchain. No CIn, eles foram recebidos pelos professores Ruy Guerra, Paulo Maciel e Kelvin Dias, além de alunos da pós-graduação. “Convidamos pesquisadores e professores que estão desenvolvendo estudos nessa área. Queremos absorver produções acadêmicas e utilizá-las na indústria, especialmente na indústria 4.0”, explicou Ricardo Brazileiro, pesquisador industrial do ISI-TICs. Além dele, participaram da reunião os pesquisadores da instituição Rafael Macieira, Filipe Calegario e Bruno Medeiros.

A principal proposta do ISI-TICs é se aproximar da academia com o objetivo de criar um centro de excelência e um ambiente compartilhado onde sejam discutidos desafios e oportunidades de pesquisa e inovação em temas afins. Por ora, a ideia é que seja marcada uma nova reunião, dessa vez no próprio instituto, durante a qual será apresentado um portfólio das pesquisas que estão em andamento na UFPE. O ISI-TICs, por sua vez, irá levantar quais as demandas reais já existentes que podem ser desenvolvidas com o uso de blockchain. “Hoje, já estamos atuando em mais de um projeto de inovação na área de Energia que demanda essa tecnologia e também desenvolvendo um trabalho na área de gerenciamento automatizado de portfólio de projetos. A indústria quer se conectar”, finalizou Brazileiro.

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