Segurança em IoT: a divisão em zonas de risco

À medida que a Internet das Coisas (IoT) objetiva a interconexão de todas as coisas, desde simples objetos do dia a dia conectados até automóveis, torna-se importante explorar padrões de interação e controle dos diferentes dispositivos. A segurança da rede e consequentemente dos dispositivos é um tópico frequentemente discutido e com respectivas novas implementações consideradas.

Assim, para otimizar as práticas de segurança, é recomendável que uma arquitetura da IoT típica seja dividida em vários componentes/zonas como parte da classificação de risco. Essas zonas são descritas em detalhes e podem ser basicamente divididas com base nos dispositivos da arquitetura da IoT. Logo, dispositivos finais (endpoints) e concentradores (gateways), são mais uma vez diferenciados, mas agora, no contexto da segurança.

A divisão em zonas é uma maneira ampla de segmentar uma solução; em geral, cada zona tem seus próprios requisitos de dados, autenticação e autorização. Algumas das soluções de plataformas, como AWS e Azure, fornece em sua documentação um detalhamento da implementação das técnicas baseadas em suas ferramentas.

Acesse o site da Microsoft para mais informações sobre segurança em IoT.

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