Classes de dispositivos de IoT para a indústria

Foto: Novida

Para a implantação dos dispositivos de  IoT na indústria algumas classes podem ser definidas levando em consideração o cenário de aplicação. Em geral os dispositivos podem ser divididos baseados na sua complexidades e consequente custo unitário. A depender da aplicação, o tipo de comunicação poderá ser cabeado, em vez da tendência wireless.

O dispositivo de IoT mais simples, Classe 1, seria aquele responsável por tarefas de automação digital com sensores para controle de processos. Um exemplo prático é um termostato em uma sala que determina o acionamento de operação técnica responsável. O dispositivo da Classe 2 seria uma extensão natural do anterior, com uma conexão direta a internet para possível monitoramento remoto e criação de um banco de dados a partir das informações coletadas. O possível modelo do dispositivo da Classe 3 é a presença tanto de elementos de sensoriamento como também de atuadores para auxiliar no processo de automação digital.

Diferentemente das três classes anteriormente listadas, a quarta classe pode ser entendida como um dispositivo mais complexo responsável por concentrar informações de outros dispositivos, das classes 2 e 3, e poder processar e passar a informação para a nuvem. Esses por sua vez, são os chamados gateways ou concentradores, que são bastante utilizados em tecnologias de radiofrequência. Outro diferencial do mesmo é a possível presença de algoritmos de inteligência artificial para reconhecimento de padrões dos dados, auxiliando assim o envio de mensagens para a nuvem.

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